7 de janeiro de 2014

Resenha O Visconde Que Me Amava - Julia Quinn

Título: O Visconde Que Me Amava (Os Bridgertons #2) | Autor: Julia Quinn  | Número de páginas: 304 | Ano: 2013 | Leia um trechoCompre: Livraria Cultura |
O Visconde Que Me Amava traz uma romântica e divertida história ambientada em Londres de 1814. Nesse segundo livro da série, a autora tem em foco o primeiro dos oitos filhos de Lady e Lorde Bridgerton, Anthony.

Primeiras Frases
Anthony Bridgerton sempre soube que morreria jovem.
Não, não na infância. O pequeno Anthony nunca teve motivos para refletir sobre a própria mortalidade. Seus primeiros anos de vida, desde o nascimento, foram o sonho de qualquer menino. Ele era herdeiro de um antigo e abastado viscondado. Ao contrário de outros casais aristocratas, porém, os Bridgertons eram muito apaixonados um pelo outro e consideravam o nascimento de seu primeiro bebê a chegada de um filho, não só a de um herdeiro. Portanto, não houve festas nem festivais; nenhuma comemoração além do
olhar orgulhoso que os pais lançaram à criança.


O solteiro Anthony Bridgerton é considerado um dos maiores libertinos da cidade. Mesmo assim, é o futuro genro mais desejado pelas mães das jovens que estão a procura de um marido devido ao seu nome e fortuna. Anthony adiou um possível casamento por anos, mas agora parece que ele está a procura de uma noiva, que precisa ser agradável, inteligente e, o mais importante, não pode despertar sentimentos que o façam se apaixonar. A candidata mais provável é Edwina Sheffild, uma jovem que todos consideram estonteante.

Edwina é a irmã mais nova de Katharine Sheffild, sendo que a primeira tem apenas 17 anos e a segunda 20. Kate está mais do que certa de que o visconde Anthony não é nem um pouco certo para se casar com sua irmã, afinal de contas, a reputação dele não é nada boa. E como Edwina diz à todos em um recital na cidade que só se casaria com o consentimento de Kate, o visconde agora terá de convencer a irmã de que ele é mais do que dizem, só que as coisas não acontecem exatamente como ele planejava.

Claro que há um pouco de clichê. Só de ler a sinopse você já pode detectar alguns, porém eles não tiram a graça do livro e é bem legal ver como as coisas se desenrolam. Achei muito divertido a competição dos personagens no jogo “Pall mall”, que era comum na França da época, e que foi importado pelos irmãos. A narrativa não é complicada, até porque a autora é contemporânea, e Julia Quinn ainda é fã da nossa querida Jane Austen. 

O Visconde Que Me Amava também tem um toque hot. Ele é mais leve do que o encontrado em outros livros e são bem poucas situações o que, para mim, é ponto superpostivo, já que não gosto de livros onde a história precisa se encaixar às tantas partes hots que os autores acham necessário... Aqui elas aparecem nas horas certas e não são forçadas, ou seja, fazem sentido.

Gostei bastante do fato da narrativa ser em 3ª pessoa e contar tanto o que se passa com Kate e Anthony, como também trazer fatos importantes da história de ambas as famílas, o que nos mostra o cuidado com a construção dos personagens, que são muito cativantes. Já estou aqui querendo ler os outros livros da série que trazem os demais irmãos da família Bridgerton. (A foto abaixo, traz a árvore genealógica da família e seus respectivos livros.)



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